Quem diria né destino?
Se é que assim poderei chamá-lo
Que diria que em minha vida,
o meu plano pudera mudá-lo.
Sabes que jurei nunca mais amar, sabes que não queria me
apaixonar;
Sabes que meu coração eu fechei, e de todo amor me livrei;
Mais olha como tu és teimoso;
Amarrou meu pobre coração bondoso.
Entenda que tentei me livrar de todo rancor, que me
trouxeste com aquele amor;
Porque Amar é se doar, é se entregar para a dor;
Entenda que tentei me livrar da confusão, que me trouxera naquela
indecisão;
Porque o amor é escolha, é aflição.
Pudera eu escolher meu caminho, e trilhar
na paz de um coração vazio
Mas quem diria destino, que interfira em
meu domínio?
Pudera eu encontrar na solidão a paz de uma
vida em vão
Mas quem diria destino, que pudesse dominar
meu coração?
Jéssica Zonta
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